Mostrando postagens com marcador Astronomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Astronomia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 2 de maio de 2019

NASA Realizará Simulação de Impacto de Asteróide Contra a Terra


A fim de descobrir as melhores estratégias para lidar com um possível impacto de um asteroide, a NASA e a FEMA (Agência Federal de Gestão de Emergências) se uniram a outras agências nacionais e internacionais. Para isso, elas criaram um cenário hipotético de um asteroide desde o momento em que ele é visto pela primeira vez por astrônomos e como seria quando ele atingisse a Terra.

A simulação ocorrerá na Conferência de Defesa Planetária da Academia Internacional de Astronáutica, evento que começou na segunda-feira (29 de abril) e tem duração de cinco dias. "Por mais de 20 anos, a NASA e seus parceiros internacionais examinam os céus para encontrar os NEOs, que são asteroides e cometas que orbitam o Sol e estão a 50 milhões de quilômetros da órbita da Terra", afirma a NASA em comunicado. 


quarta-feira, 1 de maio de 2019

Astrônomos Encontram Estrela Viajando a 4 Milhões de Km/h


Muitas estrelas viajam pelas galáxias que habitam, orbitando lentamente o núcleo galáctico. Nesse caso, trata-se de uma estrela de nêutrons chamada PSR J0002 + 6216 e está fugindo rapidamente pela Via Láctea em velocidades absolutamente alucinantes. Para ser preciso, ela está viajando a 1.130 km/s. Isso poderia nos levar da Terra para a Lua em 6 minutos. É uma das estrelas mais rápidas que já vimos.

PSR J0002 + 6216 (ou J0002, mas também conhecida como ‘Zoomy’) é um tipo de estrela de nêutrons chamada de pulsar. Uma estrela de nêutrons é o núcleo colapsado de uma estrela de uma certa massa depois que ela foi supernova – supernova, por sua vez, é um dos estágios finais da vida de uma estrela.

Por que a Estrela Mais Brilhante Da Galáxia Não é Visível a Olho Nu?


Apesar de brilhar com a intensidade de cinco milhões de sóis, a estrela conhecida mais luminosa da Via Láctea, Eta Carinae, localizada a 7,5 mil anos-luz do Sistema Solar, não é visível a olho nu da Terra.

Isso não vai durar para sempre, no entanto. Um estudo de um grupo internacional de pesquisadores, liderados pelo astrônomo brasileiro Augusto Damineli, da Universidade de São Paulo (USP), indica que em breve, em pouco mais de 10 anos, a nuvem de poeira e gás que a esconde dos olhos nus dos terráqueos terá se dissipado e ela poderá ser vista em todo a sua luminosidade.

Sua luz se tornará duas vezes e meia maior do que atualmente é visível por telescópios.

A Era Carinae tem sido, depois do Sol, a estrela a mais observada (por telescópios), fotografada e estudada do universo – ao menos pelos humanos. Mas também é uma das mais intrigantes e misteriosas.

domingo, 8 de abril de 2018

Fim Do Universo Pode Ser Causado Por Bolha Destruidora


Várias teorias sobre como o universo vai acabar já foram apresentadas. Agora, a mais nova possibilidade aponta que o fim de tudo que conhecemos e não conhecemos não será em um colapso cósmico, mas sim por causa de uma gigantesca bolha cósmica que devorará tudo em seu caminho. De acordo com um estudo publicado em 12 de março na revista Physical Review D, o momento final do universo será desencadeado por uma consequência bizarra da física subatômica chamada instanton. Este instanton criará uma pequena bolha que se expandirá na velocidade da luz, engolindo tudo em seu caminho. “Em algum momento, uma dessas bolhas será criada. Vai ser muito desagradável”, afirma Anders Andreassen, físico-chefe do estudo na Universidade de Harvard.

Os instantons são as soluções para as equações que governam o movimento de minúsculas partículas subatômicas, mas Andreassen as comparou com o fenômeno dos tunelamentos quânticos, em que uma partícula aparentemente desafia a física a passar por uma barreira impenetrável. Mas em vez de atravessar uma barreira, o instanton forma uma bolha dentro do campo de Higgs, o campo que dá massa a tudo e dá origem ao bóson de Higgs.

terça-feira, 6 de março de 2018

Nova Teoria Sobre o Surgimento da Lua


Os cientistas não têm certeza de como a nossa Lua se formou. Várias teorias já foram apresentadas ao longo dos anos – algumas mais bem aceitas do que outras -, mas algumas pontas soltas ainda permanecem. Agora, uma nova teoria parece amarrar estas pontas. Segundo o novo estudo, a Lua teria se formado dentro da Terra, quando nosso planeta não tinha se formado completamente ainda e era uma nuvem fervente e giratória de rocha vaporizada, chamada sinestia. O novo modelo, liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade de Harvard, todas nos EUA, resolve vários problemas das teorias atuais sobre a formação lunar.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Nova Foto da Terra Nos Mostra o Quanto Somos Pequenos


As nossas incríveis sondas espaciais estão sempre nos presenteando com imagens de nosso planeta, lembretes constantes de nosso verdadeiro lugar no universo.

A nova perspectiva acima foi feita pela nave OSIRIS-REx, da NASA, e mostra a Terra e a lua como meros pontos brilhantes flutuando em um imenso vazio negro – mais uma evidência do quanto somos pequenos.

A fotografia foi capturada em 17 de janeiro, a partir de uma distância de 63,6 milhões de quilômetros do nosso planeta.

Buracos Negros Supermassivos Podem Engolir Suas Galáxias?


Buracos negros supermassivos são enormes poços de gravidade encontrados no centro de grandes galáxias. Um buraco negro supermassivo é mil vezes maior do que o buraco negro no centro da Via Láctea. Dois novos estudos de pesquisadores diferentes trouxeram novas informações sobre eles.

Um dos estudos, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, diz que os grandes buracos negros crescem mais rapidamente que suas galáxias. Mas não há motivo para preocupação: os buracos negros não conseguem engolir suas galáxias.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Antigo Sistema Solar Pode Conter a Chave da Vida Extraterrestre


A descoberta, feita como parte de um novo estudo publicado pela revista científica Astrophysical Journal, sugere que a vida antiga no nosso universo é mais provável do que se pensava anteriormente, escreve o The Los Angeles Times.

sábado, 4 de outubro de 2014

Encontrados Sinais de Água em Planeta Distante

Parece ser um dia úmido no planeta HAT-P-11b.
Uma equipe que inclui vários astrônomos de universidades encontrou evidências de vapor d’água na atmosfera de um exoplaneta que fica a 124 anos luz de distância.  O planeta em questão, HAT-P-11b, é agora o menor exoplaneta onde água foi encontrada.


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Detectados Misteriosos Pulsos de Rádio Originários do Espaço Profundo

Rádio Telescópio em Arecibo, Porto Rico
Foi somente um disparo de onda de rádio de uma fração de segundo, mas o que o rádio telescópio de Porto Rico detectou deixou os cientistas empolgados; os pulsos são oriundos do espaço profundo.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Asteroide com Pirâmide Negra Vem em Direção à Terra


O satélite canadense Neossat captou imagens de um asteroide incomum que está se aproximando à Terra. O descomunal é uma estrutura jamais vista em outros asteroides, uma pirâmide negra sobre a sua superfície.

terça-feira, 17 de junho de 2014

O cheiro de uma lua de Saturno?


NASA cria um perfume 'doce aromático’ do satélite natural Titã usando gases similares aos de sua atmosfera.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Chuva de Meteoros Nessa Madrugada


Nessa segunda-feira, dia 21 de abril de 2014, irá acontecer a chuva de meteoros Lirídeas. Também conhecida como Liridas ou Lyrids (em inglês), acontece todos os anos no mês de abril. Ela é resultado da passagem do planeta Terra pelos rastros do cometa não periódico chamado Thatcher C/1861 G1.

A chuva de meteoros anual Lirídeas acontece entre os dias 16 e 25 de abril, porém, é na madrugada do dia 21 para o dia 22 de abril que acontece seu pico (momento em que uma maior quantidade de meteoros são observados).

A transmissão ao vivo deve ter início às 21h00 dessa segunda-feira, dia 21 de abril, nesse canal:http://www.youtube.com/watch?v=akSdvKvW8DM

Fonte: Fatos Desconhecidos

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Como as Estrelas Explodem

Este é o primeiro mapa de radioatividade em um remanescente de supernova

Um dos maiores mistérios da astronomia foi finalmente desvendado pela NASA. E a incrível descoberta de como as estrelas explodem em supernovas só foi possível porque a agência norte-americana contou com a ajuda de um equipamento nada menos que incrível: o telescópio NuSTAR (sigla para “Nuclear Spectroscopic Telescope Array”).

A observação de raios-X de alta energia criou o primeiro mapa de material radioativo remanescente de uma supernova. Esse material, que recebeu o nome de Cassiopeia A (ou Cas A – apelido mais carinhoso), revelou como as ondas de choque provavelmente desmembram as estrelas que estão morrendo.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A Estrela Mais Antiga já Detectada



Quando o assunto é astronomia, estamos acostumados com números inimagináveis, seja ao falarmos de tempo, distância, tamanho ou massa. Agora, estamos prestes a conhecer mais um destes valores grandes demais para fazer algum sentido para nós, já que astrônomos descobriram o que parece ser uma das mais antigas estrelas conhecidas no universo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O Super Buraco Negro que Impediu a Formação de Trilhões de Estrelas



Imagine um grupo de galáxias tão imenso, que sua massa se compare a um quadrilhão de vezes a massa do nosso sol — um grupo tão massivo que brilha intensamente na faixa do raio-X. Imagine que este grupo esteja dentro de uma nuvem de gás tão quente que emite luz na faixa do ultravioleta. E imagine uma imensa galáxia elíptica no centro do aglomerado, contendo um buraco negro tão imenso e tão poderoso que impede a formação de um trilhão de estrelas.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Imagens das Galáxias mais Antigas já Vistas no Universo

Nasa mostra em destaque as galáxias do universo mais remoto

Elas teriam existido há 13,2 bilhões de anos, segundo cientistas da Nasa. São menores, mais fracas e mais numeras galáxias já encontradas.

O telescópio espacial Hubble capturou imagens de 58 galáxias distantes que nunca haviam sido vistas anterioremente. Elas teriam existido no universo há 13,2 bilhões de anos, segundo os cientistas da Nasa. Como a luz viaja a quase 10 bilhões [aproximadamente 9,5 trilhões] de quilômetros por ano, ainda é possível graças à profundidade de captação de imagens do Hubble encontrar estes pontos no universo.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Um Cometa Entrou na Atmosfera da Terra e Explodiu Sobre o Egito


Uma equipe de cientistas sul-africanos e colaboradores internacionais encontraram a primeira evidência de um cometa que entrou na atmosfera terrestre e explodiu, o que ocasionou uma onda de choque de fogo, que dizimou todas as formas de vida em seu caminho.

A descoberta não só forneceu a primeira prova definitiva de que um cometa atingiu a Terra em cheio há milhões de anos, mas também pode nos ajudar a desvendar, no futuro, os segredos da formação do nosso sistema solar.

“Os cometas sempre visitam os nossos céus – eles são essas bolas de gelo misturado com poeira – mas, nunca antes na história, o material de um cometa tinha sido encontrado na Terra”, explica David Block, professor da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, África do Sul.

Segundo os pesquisadores, o cometa entrou na atmosfera da Terra no espaço aéreo hoje pertencente ao Egito, cerca de 28 milhões de anos atrás. Assim que o corpo celeste entrou na atmosfera, explodiu, aquecendo a poeira que trazia consigo a uma temperatura de cerca de 2 mil graus Celsius e resultando na formação de uma enorme quantidade de vidro de sílica amarelo, que se encontra espalhado sobre uma área de 6 mil quilômetros quadrados no deserto do Saara.

Um magnífico exemplar do vidro, polido por antigos joalheiros, pode ser encontrado em um broche de Tutancâmon, faraó do Egito Antigo, com seu impressionante escaravelho amarelo-amarronzado.

A pesquisa, que será publicada na revista científica Earth and Planetary Science Letters, foi realizada por meio de uma colaboração de geocientistas, físicos e astrônomos. No centro das atenções da equipe estava uma pedra preta misteriosa encontrada anos antes por um geólogo egípcio na área de vidro de sílica.

Após a realização de análises químicas altamente sofisticadas, os autores chegaram à conclusão de que a rocha representava o primeiro espécime conhecido de um núcleo de cometa, em vez de ser simplesmente um tipo raro de meteorito. O autor principal da pesquisa, Jan Kramers, professor da Universidade de Joanesburgo, descreve o momento da revelação: “É um tipo de euforia científica, quando você elimina todas as outras opções e chega à conclusão de que só pode ser isso mesmo”, conta.

O impacto da explosão também produziu diamantes microscópicos. “Os diamantes são produzidos a partir de materiais derivados do carbono. Normalmente, eles se formam nas profundezas da Terra, onde a pressão é mais alta, mas um choque dessa magnitude também pode gerar uma pressão muito alta. Um pedaço do cometa, em conjunto com o próprio choque do impacto, produziu os diamantes”, explica Kramers.

A equipe chamou a rocha que possui esse diamante de “Hipátia” em homenagem à primeira mulher (de que se tem notícia) matemática, astrônoma e filósofa, Hipátia de Alexandria.

O material de cometa é muito evasivo, tanto que nenhum outro fragmento havia sido encontrado em nosso planeta antes, exceto partículas microscópicas de poeira na atmosfera superior da Terra ou em alguma poeira rica em carbono no gelo antártico. As agências espaciais já gastaram rios de dinheiro para capturar quantidades muito pequenas de matéria de cometa bem longe daqui.

“A NASA e a ESA (Agência Espacial Europeia) desembolsaram bilhões de dólares na coleta de algumas microgramas de material de cometa e no transporte das substâncias até a Terra. Agora, possuímos uma nova forma de estudar esse material sem gastar bilhões de dólares para coletá-lo”, conta Kramers .

O estudo da Hipátia se transformou em um programa de colaboração internacional coordenado por Marco Andreoli, da Corporação de Energia Nuclear Sul-Africana, que envolve um número crescente de cientistas provenientes das mais variadas áreas da ciência. Mario di Martino, do Observatório Astrofísico de Turim, na Itália, já organizou várias expedições à área no deserto onde é possível encontrar fragmentos do vidro de sílica.

“Os cometas contêm as respostas para que desvendemos os segredos sobre a formação do nosso sistema solar, e essa descoberta nos dá uma oportunidade sem precedentes de estudarmos um deles em primeira mão”, conclui Block.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Novo Planeta é Encontrado Flutuando Sozinho na Via Láctea


Um jovem planeta exótico foi encontrado flutuando sozinho na Via Láctea, não está orbitando nenhuma estrela e é praticamente um recém-nascido em termos cósmicos, dizem os astrônomos .

O planeta PSO J318.5-22, localizado na constelação de Capricórnio, a apenas 80 anos-luz da Terra, tem uma massa seis vezes maior que a de Júpiter. Astrônomos dizem ter encontrado um planeta solitário fora do Sistema Solar flutuando sozinho no espaço, e não orbitando uma estrela. Formado há 12 milhões de anos, o exoplaneta -- extremamente frio e leve -- é considerado um recém-nascido entre os seus pares

Ele foi identificado por telescópios no Havaí, a partir de sua fraca assinatura de calor, e tem propriedades semelhantes às dos planetas gigantes gasosos encontrados orbitando em torno de estrelas jovens .

"Nós nunca vimos nada parecido flutuando livremente no espaço. Ele tem todas as características de planetas jovens encontrados ao redor de outras estrelas, mas está à deriva lá fora, sozinho", disse Michael Liu, líder do Instituto de Astronomia na Universidade do Havaí. "Eu sempre quis saber se existem tais objetos solitários, e agora sabemos que eles fazem."

"Os planetas encontrados por imagens diretas são incrivelmente difíceis de estudar, uma vez que eles estão bem perto de suas estrelas hospedeiras, que são muito claras", disse o co-autor Niall Deacon, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha. "PSO J318.5 -22 não está orbitando uma estrela por isso vai ser muito mais fácil estudá-lo."

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Abell 1689 - O Maior Aglomerado de Galáxias já Encontrado



Esta imagem do telescópio Hubble é uma das melhores já obtidas do aglomerado de galáxias Abell 1689. 

Este aglomerado age como uma lente cósmica, ampliando a luz de objetos localizados atrás dele, tornando assim possível para os astrônomos explorarem as regiões incrivelmente distantes do espaço .

Abell 1689, além de conter muitas galáxias, também contém uma grande quantidade de aglomerados estelares, que são uma densa coleção de centenas de milhares de estrelas, algumas dessas sendo as mais velhas do universo.

Anteriormente, em 2002, o Hubble havia observado este aglomerado, porém esta nova imagem combina os dados visíveis e infravermelhos da Câmera Avançada para Pesquisas do Hubble, revelando este pedaço do céu em maiores detalhes do que antes conseguidos, com uma exposição total combinada de mais de 34 horas.

Estas novas observações foram feitas a fim de explorar os aglomerados estelares dentro do Abell 1689.  O novo estudo mostra que Abell 1689 possui a maior população de aglomerados estelares já encontrada.  Enquanto a nossa galáxia, a Via Láctea, possui por volta de 150 desses aglomerados de estrelas, o Hubble detectou aproximadamente 10.000 aglomerados estelares dentro de Abell 1689, fazendo os astrônomos estimarem que este aglomerado de galáxias possa possivelmente conter mais de 160.000 aglomerados de estrelas, o que é um número sem precedentes.

A foto acima está repleta de grupos brilhantes dourados, estrelas e galáxias espirais distantes.  Matéria de algumas dessas galáxias está sendo ‘sugado’ para fora das mesmas.  Também visíveis estão listras azuis ao redor das galáxias ao centro.  Estas listras são sinais do fenômeno cósmico conhecido como lente gravitacional. Abell 1689 é tão massivo que até mesmo dobra o espaço ao seu redor, afetando a forma com que a luz dos objetos atrás dele viaja pelo espaço.  Estas listras azuis são na verdade formas distorcidas das galáxias que ficam atrás do Abell 1689.  E as listras aparecem azuladas porque as galáxias que as formam são constituídas de novas estrelas muito quentes.  A emissão destas estrelas jovens causam o tom azulado.

Lembrando que só na Via Láctea, há centenas de bilhões de estrelas, e com a recente descoberta de novos planetas, estima-se que ela tenha, no mínimo, um trilhão de planetas orbitando ao redor da maioria destas estrelas.  O que estamos vendo na foto são outras galáxias, que podem conter ainda mais estrelas e planetas do que a Via Láctea.  E a foto mostra somente uma minúscula porção do universo.

Assim, fica fácil de concluir que a única forma de estarmos sós no universo é se tudo isso que estamos vendo seja somente uma ilusão.

Fonte: ovnihoje.com