sexta-feira, 27 de março de 2015

Alienígena de Roswell Pode Estar Sendo Mantido em Cativeiro


Em seu leito de morte, americano aposentado do Exército diz:  
“Eu vi um alienígena vivo em Roswell“

Em 2010, Paul Epley, um veterano aposentado do Exército dos Estados Unidos, fez uma confissão em seu ‘leito de morte’.  Esta revelação incluiu várias supostas operações e incidentes secretos, os quais ele alegou que esteve envolvido.  Epley serviu o Exército dos EUA de 1948 a 1955.  Ele foi primeiro sargento, comandante de uma companhia e trabalhou para o governo.  Devido às suas tarefas clandestinas, o governo recusou reconhecer seus serviços e negou seus benefícios, mesmo após 21 anos de apelações legais terem sido feitas pelo seu advogado.  Irrelevantemente dos passos que ele tomou, seus registros e benefícios foram negados até 2003, 50 anos após o final da Guerra da Coreia.

Sua revelação, se verdadeira, é incrível.  Quando Paul Epley finalmente falou publicamente sobre algumas de suas atividades secretas, sua história acabou sendo publicada num pequeno jornal da Carolina do Norte.  Ele declara que, duas semanas mais tarde, dois homens do FBI apareceram em seu local de trabalho e disseram: “Se você não manter sua boca fechada, nós a fecharemos“.  Isso foi na década de 1990, mas em 2010 Paul não se importava mais se eles o matassem.  Ele tinha 80 anos, lutava contra o câncer e queria livrar sua consciência.


Em 8 de agosto de 2010, ele convidou um repórter e sua equipe até sua casa para registrar aquilo que o havia assombrado por toda a vida.  Ele concedeu à equipe de reportagem acesso a documentos e um vídeo antigo que originalmente não era para ser liberado até a sua morte.  A seguinte informação foi fornecida durante a entrevista: “Eu vi um alienígena vivo em Roswell“.

No verão de 1950, Paul estava no Exército dos EUA e trabalhando no Camp Wallace, no Rio James, em Virgínia.  Um dia, por razões que não mais lembra, ele foi até Camp Peary, próxmo de Williamsburg, Virgínia.  Enquanto esteve por lá, ele reconheceu um policial do exército de guarda ao redor de um bunker; eles haviam servido juntos em Guam.

“Fui até lá e perguntei o que ele estava guardando“, diz Paul, “e ele disse, ‘não posso mostrá-lo’.  Assim eu continuei falando com ele e ele disse, ‘tudo bem, vou deixar você dar uma olhada breve’.  Assim, ele abriu a porta.”

Atrás da porta, a somente 5 ou 6 metros dele, estava um alienígena em pé numa pequena cela com uma base que era somente de pouco mais de um metro quadrado.  O alienígena tinha aproximadamente 1,3 metros de altura e estava usando somente shorts.

O que chamou a atenção de Paul foi a cor da pele do alienígena, a qual ele descreveu como sendo “uma cor de aparência morta, laranja acinzentado“.  Apesar da cor, Paul assegurou que o alienígena estava vivo e parecia estar ciente de sua presença.

Embora pequeno e mais magro, Paul achou que as características do alienígena eram notavelmente humanas.  O formato de usa cabeça, orelhas, olhos, nariz, peito e pernas eram similares àquelas dos seres humanos.  Ele disse que o alienígena era quase careca, com somente um pouco de cabelo.  Ele também notou que os dedos do alienígena eram mais longos do que os dos humanos.

Após ver o alienígena por vários minutos, Paul deixou o bunker.  Ele lembra que o guarda disse “este foi o quinto de Roswell” e “eles estão o levando para algum lugar no norte“. Numa entrevista anterior, Paul explicou que o alienígena foi transportado de Roswell, no Novo México, até o Fort Hood, no Texas, antes de chegar em Camp Peary, na Virgína. “Naquela época“, adiciona Paul, “Camp Peary era o lugar mais secreto que tínhamos nos EUA.  Eu não sei muito porque não fiquei lá por muito tempo, mas sei que você tinha que ter permissão de acesso ultra secreto para entrar.”

NOTA: Camp Peary é conhecido como “A Fazenda”.  Oficialmente ele é referido como um local de ‘Atividade de Treinamento Experimental das Forças Armadas’, sob a proteção do Departamento de Defesa, mas acredita-se amplamente que seja o local de uma instalação de treinamento secreto da CIA.  Durante a década de 1950, a Marinha dos EUA travou o local e para acessá-lo era necessário apresentar uma licença de alta segurança.

Fonte: ovnihoje.com

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