terça-feira, 1 de julho de 2014

A Misteriosa Cratera de Patomskiy


Quando, em 1949, Vadim Kolpakov deparou-se com uma estranha forma geológica em forma de funil na região de Irkutsk, na Sibéria, não tinha a menor ideia de que a sua descoberta teria desencadeado um dos mistérios científicos mais controversos do nosso tempo.


O geólogo russo viu-se diante de um enorme cone convexo com um monte oco e arredondado em forma de funil ao centro, muito parecido com um ninho de águia com tanto de ovo preservado no interior.

Mais tarde, a cratera foi baptizada Patomskiy por causa do rio que corre nas redondezas. Kolpakov tentou voltar ao lugar, sem então conseguir organizar uma expedição científica para colectar amostras a serem analisadas; mais tarde, todavia, várias expedições foram realizadas, permitindo avançar algumas suposições .


Em primeiro lugar, procurou-se identificar a época de formação. De acordo com os estudos realizados, a cratera formou-se entre 350 e 300 anos atrás: isso significa no final do XVII século. A divisão das áreas da cratera sugere uns processos geológicos ainda activos, talvez causados por emissões de gases a partir da base da cratera.

Mas como é que é foi criado?

A origem da cratera Patomskiy tem confundido os cientistas ao longo das décadas, pois apesar das teorias ainda não foi alcançada uma conclusão unânime. Alguns dos pesquisadores acreditam que o "ninho de águia" seja o resultado do impacto dum meteoro, embora nenhum vestígio de material deste tipo tenha sido encontrado para apoiar a teoria.


Além disso, de acordo com os geofísicos do Instituto de São Petersburgo e daquele de Yekaterinburg, as crateras de meteoritos têm uma forma muito diferente.

Segundo outros, a cratera foi provocada por um fragmento do "meteorito" de Tunguska. Mas nunca foi encontrado um meteorito em Tunguska e as datas não coincidem (o episódio de Tunguska é de 1908). 


Desde 2006, quando a expedição chegou à conclusão, achamos que a origem da cratera Patomskiy seja o resultado de processos geológicos. Certamente não existem argumentos válidos sobre o facto de que a cratera possa ser o resultado de um impacto com um meteorito. (Viktor Antipin, Doutor em Ciências Geológicas e Mineralógicas)

Vadim Kolpakov na altura da descoberta
No entanto, permanecem desconhecidos os eventuais processos geológicos que estariam na base da formação da cratera.

Outras teorias têm sido propostas, incluindo uma experiência segreda nuclear ou material de uma 
mina mantida com os trabalhos forçados dum gulag. Mas, além dos problemas ligados à datação,  nenhuma fonte histórica confirma a existência de um campo de trabalhos forçados na área ou testes nucleares.

Nem pode ser um vulcão, já que a região não é afectada por fenómenos deste tipo.

O aspecto que mais surpreende é a cratera estar "viva", no sentido de que a sua forma muda, variando a altura tanto em termos de aumento quanto de redução. E, como se não fosse suficiente, a última expedição determinou a presença de material ferroso.

E por que teriam, então, começado os trabalhos de escavações nessa bizarra “cratera”? Vejamos o que as Agências de Notícias Russas divulgaram:



De forma impressionante a imprensa Russa noticia o fato de que a 100 METROS de profundidade, foi encontrado um OBJETO METÁLICO CILÍNDRICO, ainda emitindo alta radiação, perfeitamente preservado e com o comprimento de 600 METROS – em outras palavras; UMA NAVE ALIENÍGENA PERDIDA!!! E, na verdade, aquilo que a abrigava jamais se tratou de uma cratera mas, sim, das possíveis marcas de um violento impacto contra o solo – ou, quem sabe, talvez tenha sido ali deixada, propositadamente, por inteligências desconhecidas, e com marcas externas tão evidentes de modo que ela pudesse um dia ser encontrada!

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