domingo, 23 de junho de 2013

10 armas improvisadas feitas por rebeldes sírios

Na falta de dinheiro e oportunidade, pessoas lutando contra um determinado governo podem utilizar uma "artilharia criativa", adaptada e improvisada. Confira algumas das ferramentas criadas pelos rebeles sírios:

10. Bomba caseira



Padrão entre as armas improvisadas, provavelmente porque são relativamente simples de construir, as bombas caseiras aparecem bastante na rebelião síria. Material explosivo, um fusível e um invólucro é tudo que é necessário para fazer uma arma mortal – e imprevisível. Combatentes da oposição como a União Tenseekiet tem vídeos online mostrando suas bombas, algumas das quais feitas usando o material explosivo de bombas não detonadas. Se têm acesso a armas melhores, as bombas caseiras logo caem em desuso em favor de granadas mais confiáveis.



9. Bomba estilingue




Uma grande limitação de granadas e bombas caseiras é que os humanos simplesmente não podem jogá-las muito longe. Entra o estilingue. No vídeo abaixo, dois homens colocam bombas caseiras no bolso do estilingue: um homem prepara o lançamento, enquanto outro acende a bomba, e pronto. Ela voa sobre a parede.


8. Tanque improvisado



Apelidado de Sham II, este veículo de combate blindado é construído a partir de um chassi readaptado e revestimento de aço de cerca de 2,5 centímetros de espessura, com espaço para um motorista e um artilheiro dentro. Câmeras dão ao motorista uma visão de quatro telas da grande área ao redor do tanque, e uma câmera montada na torre ajuda o artilheiro a ver onde ele está disparando. A torre é guiada por um controle convertido de Playstation, e a arma parece ser uma metralhadora 7.62, disparando a mesma munição que uma AK-47.
O veículo adaptado é a solução para quem não pode comprar um. Com o embargo alto, as vendas de tanque para rebeldes sírios são uma possibilidade remota. A Alemanha é um país que exporta tanques, tendo vendido 100 para a Indonésia no início deste mês, mas levar tanques e peças de reposição a áreas controladas pelos rebeldes é provavelmente uma tarefa difícil.


7. Canhão Inferno



O Canhão Inferno é uma peça maciça de artilharia capaz de lançar explosivos mais longe que um quilômetro. É uma grande produção que pode acomodar dois foguetes sobre o barril. Existe até panfleto sobre ele. Seu principal projétil é um cilindro de gás propano adaptado, pois munição para armas improvisadas também é geralmente difícil de encontrar.


6. Lançador de granada modificado



Este dispositivo é uma arma modificada, feita para disparar bombas caseiras mais longe do que poderiam ser lançadas a mão. Com um compartimento na extremidade do tambor para segurar a bomba no lugar, um cartucho de espingarda modificado é disparado para lançá-la. Uma segunda pessoa ainda é necessária para acender o produto caseiro. Novamente por causa do embargo, como segunda opção mais confiável, é provável que os rebeldes da Síria procurem por lançadores de granada croatas RBG-6, já encontrados na Jordânia.


5. Catapulta



Catapultas de hoje são muito semelhantes às ferramentas medievais de outrora. Elas permanecem sendo armas extremamente eficientes, apesar de grandes e difíceis de mover para a posição, pois não há custo de combustível envolvido. Peso, tensão e gravidade se combinam neste instrumento para um lançamento poderoso de projétil em direção ao céu, acima de telhados, antes de cair sobre um alvo. O único problema da catapulta é a falta de precisão da artilharia moderna. Dada a oportunidade, rebeldes sírios adotariam de bom grado máquinas mais tecnológicas.


4. Tanque parcial



Esta torre convertida encontrou novo uso como canhão improvisado, descansando em um reboque puxado por um caminhão. Partes retiradas de máquinas de guerra são, na ausência de novas armas ou veículos, a melhor maneira dos rebeldes se armarem.


3. Caminhão morteiro



Fogo indireto é uma forma muito útil de atacar – ou seja, o lançamento de explosivos capazes de subir paredes e edifícios. Porque o fogo indireto é tão popular, no entanto, há uma chance razoável de que o lançamento de um ataque de morteiro signifique correr o risco de ser atacado também. Há toda uma ciência para isso, mas nada importa se o atacante puder disparar tiros e, em seguida, afastar-se antes do fogo retornar. Este sistema de morteiro montado em um caminhão faz exatamente isso.


2. Metralhadora robô



Não é exatamente um veículo de controle remoto, mas a metralhadora com fio é o primo muito distante dos robôs de combate armados avançados, como o Talon. Ela pode ser conduzida através da manipulação de um controlador ligado a “corda” do robô. O Gunbot não tem a tecnologia que permite que outros veículos naveguem sem problemas em terreno acidentado, e pode ficar preso em tão pouco como uma rocha. Ainda assim, é muito melhor enviar um robô a um local hostil do que uma pessoa – ainda mais um robô que pode disparar.


1. Metralhadora sem fio



Esta é uma metralhadora soviética montada em um suporte e disparada remotamente. Pode ser muito boa, desde que possa ser configurada antes de um confronto se iniciar e de que a pessoa que a controla remotamente tenha alguma maneira de ver para onde a arma está apontada. Um vídeo breve sugere que a arma não tem uma câmera anexa. Além disso, parece que a metralhadora não pode disparar em alta velocidade, já que um único tiro quase a desmonta. Existem melhores armas de controle remoto improvisadas por aí. A Coreia do Sul tem algumas incrivelmente tecnológicas, mas é improvável que os rebeldes sírios precisarão delas – a não ser que a guerra chegue a um impasse de 60 anos.

Fonte: http://hypescience.com/

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