terça-feira, 12 de março de 2013

A Civilização Perdida De Lemúria


                             

Lemúria também chamada continente MU é o nome de um suposto continente perdido. Relatos sobre Lemúria são imprecisos quanto à maioria dos pormenores. No entanto, todos partilham a crença comum de que o continente existiu na pré-história, mas afundou no oceano devido a alterações geológicas.

A palavra Lemúria foi tirada do termo lêmure, e se refere aos que têm habitat limitado com a África do Sul, Índia e Malásia. Animais pré-históricos que na Idade Eocena provavelmente habitaram todo o Hemisfério Norte.

A catástrofe de Lemúria ocorreu há 10 mil anos, com o maior choque da História entre placas tectônicas, que quebraram a base da ilha, ou do continente. É provável que ninguém tenha sobrevivido. Mas antes disso eles teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo, nos 5 continentes.


A civilização perdida é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental. O livro foi escrito há 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização ocidental a inventar a escrita, e faz referências ao Grande Dilúvio de 10 mil anos atrás, ao final da última Era do Gelo em todo o planeta. Dizem as lendas que os sumérios foram
os últimos descendentes do legado lemuriano.

Até hoje, estudantes e cientistas fazem especulações se realmente existiu a terra desaparecida. Assim, Lemúria virou uma possibilidade teórica sobre hipóteses do segredo da formação das civilizações no mundo. Os estudos tiveram início por volta da metade do século 19, quando o grande entusiasmo pelos novos métodos de classificação e análise biológica apareceu para revelar
algumas coincidências estranhas.

Alguns acreditam que Lemúria poderia ter sido "o berço da raça humana". A partir dessa teoria, criou-se o mito que Lemúria poderia ter sido o Éden, o Paraíso perdido, onde a humanidade surgiu.



O Continente da Terceira Raça

Lemúria e Atlântida são dois, e quem sabe os maiores de todos os mistérios da humanidade. Jamais a ciência encontrou uma evidência inquestionável da existência desses dois continentes, porém, a tradição de muitos povos (maias, egípcios, polinésios etc.) se refere a uma fantástica civilização que existiu muito antes dos antigos povos.

Lemúria e Atlântida são confundidas, como se fossem uma só nação ou como se as duas civilizações tivessem sido parte de um mesmo período geológico. Entretanto, para os estudiosos não dá dúvidas. Ambos foram povos distintos, de épocas diferentes, e há o fato de que Atlântida situava-se no Oceano Atlântico, enquanto Lemúria situava-se no Oceano Pacífico.

               

Os teósofos descrevem as duas civilizações como povos fisicamente diferentes do sapiens atual: raças de gigantes em estatura e detentoras de um conhecimento científico tão ou mais avançado que a humanidade atual. Já para os teósofos estudiosos da Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky, os lemurianos foram os homens da terceira raça, gigantes e hermafroditas, mentalmente pouco desenvolvidos e espiritualmente puros até a metade de seu ciclo de existência, quando seus descendentes começaram a nascer heterosexuais, homens e mulheres.

Alguns povos acreditam na hipótese reptiliana. Lemúria, um continente submerso no Pacífico, berço de uma raça de criaturas híbridas, répteis-humanos, os nagas ou dragons. É uma crença presente na cultura do Camboja, Austrália, Índia e povos pré-colombianos. Esta foi uma raça que pecou pelo uso da magia negra. Para os intérpretes da mitologia, o termo "dragão" e "serpente", são usados de modo simbólico significando a grande sabedoria, o conhecimento avançado deste povo extinto cujas maravilhosas invenções foram lendariamente entendidas como magia.

Atlantes e Lemurianos foram contemporâneos somente por um tempo da história. Os Atlantes, homens da quarta raça, também foram gigantes, menos espiritualizados e mais materializados. Sobreviveram aos Lemurianos, que foram extintos com seus territórios, engolidos por uma catástrofe geológica que envolveu terremotos e erupções vulcânicas. Na época da extinção dos
lemurianos a Atlântida era uma civilização florescente. O que restou de ambos os povos está perdido, soterrado por camadas de solo multimilenares ou submerso, sob as águas do Pacífico e do Atlântico.


Construções de 11 mil anos, no Japão, podem confirmar a existência da Terceira Raça

              

Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental.
Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11 mil anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.
Dentre as edificações encontradas submersas, estão oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200 metros de comprimento e uma pirâmide no mesmo estilo das astecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais). Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a
constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso e Angkor Wat em Cambodja estarem alinhados com a constelação do Dragão, e assim por diante.

                 

Quando fotos do lugar foram divulgadas, começou a polêmica sobre a origem das construções. Muitos estudiosos recusaram aceitar que as ruínas sejam de construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a “agentes naturais”. Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China.
Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas e encontraram novas estruturas de forma
similar aos zigurates da Mesopotâmia. Haviam marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, inclusive entalhes. Também foram descobertas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausível.

Fonte: Medob

Um comentário:

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