domingo, 17 de fevereiro de 2013

O Obscuro Projeto MK ULTRA

        

MKULTRA foi o nome de código dado a um programa ilegal, errado e clandestino de experiências em seres humanos, feito pela CIA – o Serviço de Inteligência dos Estados Unidos da América. As experiências em seres humanos visavam identificar e desenvolver drogas e procedimentos a serem usados em interrogatórios e tortura, visando debilitar o indivíduo para forçar confissões por meio de controle de mente.


As várias drogas utilizadas, todas do tipo drogas psicoativas, incluiram Mescalina, LSD e outras.
As experiências do MKULTRA têm relação com o desenvolvimento de técnicas de tortura contidas nos Manuais KUBARK divulgadas também pelos treinamentos da Escola das Américas.
No livro "Torture and Democracy" (Tortura e Democracia), do Professor Darius Rejali, ele traça a História do desenvolvimento de métodos de tortura incluindo a passagem pelos estudos da CIA no MKULTRA, os Manuais KUBARK , as técnicas utilizadas em Abu Ghraid e a evolução de tortura desde os tempos medievais como uma atividade de interesse de vários governos.

                        

O autor e psiquiatra Harvey Weinstein estabeleceu o relacionamento direto das pesquisas em controle da mente feitas na Inglaterra pelo psiquiatra britanico William Sargant, envolvido nas pesquisas do MKULTRA na Inglaterra, com as experiências de Ewen Cameron no Canadá também para o MKULTRA e com métodos atualmente usados como meios de tortura como , por exemplo, uso de drogas alucinógenas como agentes desinibidores e privação de sono. Ewen Cameron frequentemente contou com a colaboração de William Sargant, tendo ambos sido ligados aos experimentos da CIA.




Experiências

Muitas das vítimas do MKULTRA foram testadas sob o efeito de drogas, e jamais foram identificadas ou indenizadas pelos danos que foram causados a eles. Um dos casos que foi levado ao conhecimento público é o de um cientista americano que faleceu após haver sido involuntária e secretamente drogado com LSD pela CIA. Os agentes presentes disseram que o que se tinha passado era que Orson (o cientista) tinha cometido suicídio, saltando da janela de um hotel. A família do Dr. Orson continua até a presente data a lutar para apurar a veracidade sobre a versão da CIA com relação aos fatos que culminaram na sua morte.
As drogas usadas no MKULTRA são drogas que visam alterar as funções do cérebro humano e manipular o estado mental dos seres humanos. Tais drogas foram usadas sem o conhecimento ou consentimento daqueles em quem foram aplicadas, tendo sido um dos objetivos do projeto exatamente desenvolver meios de aplicar tais drogas sem que a vítima tivesse conhecimento de que estaria sendo drogada. Evidência publicada através da liberação de apenas parte dos documentos do Projeto MKULTRA, indica que a pesquisa envolveu o uso de animais e de vários tipos de drogas.


Métodos de Tortura

1. Dano ou ameaça de dano à família, amigos, entes queridos, animais, e outras vítimas, para forçar o cumprimento.

2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões, etc, ou enterro (muitas vezes com uma abertura ou tubo de ar de oxigênio).
3. Contenção com cordas, correntes, algemas, etc.
4. Quase-afogamento.
5. Extremos de calor e frio, incluindo submersão em água gelada e queima de produtos químicos.
6. Esfolamento (apenas camadas superiores da pele são removidas em vítimas destinadas para sobreviver).
7. Fiação.
8. Luz ofuscante.
9. Choque elétrico.
10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos e matéria, tais como sangue, urina, fezes, carne, etc.
11. Pendurado em posições dolorosas ou de cabeça para baixo.
12. Fome e sede.
13. A privação de sono.
14 Compressão com pesos e dispositivos.
15. Privação sensorial.
16. Drogas para criar ilusão, confusão e amnésia, frequentemente administradas por injecção intravenosa.
17. Ingestão ou substâncias químicas tóxicas intravenosas para criar dor ou doença, incluindo agentes quimioterápicos.
18. Membros puxados ou deslocados.
19. Aplicação de cobras, aranhas, larvas, ratos e outros animais para provocar o medo e o nojo.
20. Experiências de quase-morte, comumente asfixia por sufocamento ou afogamento, com reanimação imediata.
22. Forçado a realizar ou testemunhar abusos, torturas e sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.
23. Participação forçada em escravidão.
24. Abuso para engravidar; o feto é, então, abortado para uso ritualístico, ou o bebê é levado para o sacrifício ou a escravidão.
25. O abuso espiritual para causar vítima a se sentir possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios.
26. Profanação de crenças judaico-cristãs e formas de culto; dedicação a Satanás ou outras divindades.
27. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é o mau, tais como convencer uma criança que Deus abusou dela.
28. Cirurgia a tortura, experimento, ou causar a percepção de bombas físicas ou espirituais ou implantes.



Exposição do Projeto

A Pesquisa ilegal da CIA veio a público pela primeira vez em 1975 , quando da realização pelo Congresso americano de investigação das atividades da CIA por uma comissão de inquérito do Congresso dos Estados Unidos da América e por um Comitê do Senado americano. Foram os inquéritos chamados de Church Committee e Rockefeller Commission – Comitê Church e Comissão Parlamentar Rockefeller, em Português.
As investigações foram prejudicadas pelo fato de que,em 1973,[10] considerando a possibilidade de uma futura investigação, o então diretor do CIA, Richard Helms, ordenou a destruição de todos os dados e arquivos ligados aos experimentos em humanos feitos durante o Projeto MKULTRA.
As investigações do Comitê e da Comissão se basearam no testemunho sob juramento de participantes diretos na atividade ilegal e em um relativamente pequeno número de documentos que restaram após a destruição de documentação ordenada por Richard Helms.



A CIA afirma que tais experiências foram abandonadas mas Victor Marchetti, um veterano agente da CIA por 14 anos, tem atestado em várias entrevistas que a CIA jamais interrompeu suas pesquisas em controle da mente humana, tampouco o uso de drogas, mas realiza continuamente sofisticadas campanhas de desinformação seja lançando ela mesma, através dos meios de comunicação , falsas teorias e teorias de conspiração que podem ser ridicularizadas e desacreditadas, o que faz com que o foco de atenção não se volte para a CIA e suas pesquisas clandestinas ou que, caso haja qualquer aparente possibilidade de que suas pesquisas sejam expostas, qualquer revelação possa ser imediatamente desacreditada e/ou ridicularizada.
Victor Marchetti, em uma entrevista em 1977, especificamente afirmou que as declarações feitas de que a CIA teria abandonado as atividades ilegais do MKULTRA após os inquéritos, são em si mais uma maneira de encobrir os projetos secretos e clandestinos que a CIA continua a operar, sendo a próprias revelações do MK-ULTRA e subsequentes declarações de abandono do projeto seriam em si mais um artifício para deslocar a atenção de outras atividades e operações clandestinas não reveladas pelos Comites.


Em 1977, o Senador Americano Ted Kennedy, disse no Senado:
"O Vice-Diretor da CIA revelou que mais de trinta  Universidades e Instituições participaram em "testes e experimentos " em um programa que incluiu a aplicação de drogas em seres humanos sem o conhecimento ou o consentimento destas pessoas, tanto americanos como estrangeiros. Muitos destes testes incluíram a administração de LSD a indivíduos em situações sociais que não tinham conhecimento de que estavam sendo drogados e posteriormente a aplicação do LSD sem o consentimento destas pessoas, elas não sabiam que estavam sob o efeito da droga. No mínimo uma morte, a de Dr. Olson, ocorreu como resultado destas atividades. A própria CIA diz reconhecer que tais experimentos faziam pouco sentido científico. Os agentes da CIA que monitoravam tais testes com drogas não eram sequer qualificados como cientistas especializados à observação de experiências"
Até o presente, a grande maioria de informação mais específica sobre o Projeto MKULTRA continua classificada como secreta.




Fonte: wikipedia

3 comentários:

  1. Denúncia de experimentos ilegais em humanos no Brasil

    Tecnologia capaz de gravar imagens de pensamentos, sonhos e memórias

    Existe um software criado e baseado na neurociencia do cérebro e da mente humana que está sendo usado para torturar pessoas. A tecnologia segue as especificações da patente 3951134 registrado no EUA como aparelho de rastreamento e monitoramento remoto de pessoas e utiliza antenas de telefonia móvel e satélite. A arma é perigosa através dela é possível inserir sons, imagens e outros barulhos na cabeça do alvo com auxílio de ondas acústicas, vibracionais, ,sonoras de rádio frequência eletromagnética com o uso de implante ou assinatura cerebral. Os elementos que compõem o bando que estão ignorando às leis são formados por quadrilhas inteiras que estão usurpando estes corpos. Os criminosos adentram o cérebro humano 24 hs a conexão pode vir de várias pessoas ao mesmo tempo, leitura do córtex visual através da interface cérebro computador. O crime organizado utiliza essa tecnologia no tráfico de drogas e a gente, para fraudar concursos públicos e vestibular ou simplesmente para torturar pessoas. Esse mecanismo de tortura moderna e eliminação dos direitos humanos e da privacidade individual visa debilitar o alvo desse assédio. Saibam mais no Google sites controle mental, v2k tecnologia, voz intracraniana, telepatia sintética, Icaat org neuro revolução, mk ultra Brasil, tortura psicotronica. Já existem inúmeras vítimas no nosso país isto está acontecendo no mundo todo. Pessoa alguma está isenta de ser conectado e se tornar uma vítima. Armas Neuroeletronicas já estão sendo usadas contra cidadãos brasileiros. O maior crime do mundo a invasão de um corpo humano, brainnet a escravidão do século XXI.

    Meu nome Marisa eu sou vítima dessa arma e neste momento estou sendo torturada por uma quadrilha de tráfico de mentes humanas que atua no sul do país. O tratamento que usam com as vítimas é o mesmo usado nas prisões de guantamano e abul grhabi. A humanidade é sórdida e não possui um raio de esperança.

    Se alguém souber como desligar essa porcaria no meu cérebro

    marisanogueira123@yahoo.com.br

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  2. Fui vitimada aos 9 anos. O Mk ultra também agiu no Brasil. Só hoje descobri que fui vítima de programação remota. As evidências choveram, através da constatação de que estive usando borboletas em minhas coisas. Recentemente pus uma foto do Mágico de Oz no meu perfil do WhatsApp. Meu irmão me alertou que não era legal. Não sei porque usei aquela foto. Bordei uma borboleta no ombro da minha camiseta com uma estampa similar ao padrão monarca. Não quero nem comentar o que vivi ao longo da adolescência e início da vida adulta. Só posso dizer que Deus é maravilhoso e me ama. Respeito quem não pensa como eu. Mas Deus é a única esperança.

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  3. Gang vigilância stalking é uma forma de terrorismo e é utilizado para reduzir a qualidade de vida de uma pessoa, assim o alvo poderá ter um colapso nervoso, tornar se encarcerado institucionalizado a experiência de dor mental emocional ou física constante, tornar sem teto ou cometer suicídio. Ele é feito usando acusações bem orquestradas, mentiras, rumores investigações falsas enquadramento intimidação ameaças abertas ou veladas vandalismo furto sabotagem e tortura humilhação terror emocional e assédio em geral, é um sistema criminoso destrutivo construído sobre o engano que existe para servir as intenções de alguns que estão conscientes de todo o horror que a vítima é obrigada a aguentar. Esse tipo de crime é realizado por sociedades secretas criminosas, como essa a que me refiro que está agindo no Sul do país utiliza dispositivo de envio de voz para o crânio humano para torturar suas vítimas. Táticas de perseguição quadrilha predatória incluem a vigilância altamente cordenada, os torturadores podem ver e ouvir tudo que vemos e ouvimos e ler a mente, tem a capacidade de acompanhar, monitorar, assediar e ameaçar pessoas em todo o território nacional.

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