quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Síndrome de Estocolmo


Síndrome de Estocolmo é o nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor.

Em uma manhã de agosto de 1973, dois assaltantes invadiram um banco, o “Sveriges Kreditbank of Stockholm”, em Estocolmo, Suécia. Após a chegada da polícia, resultando em uma considerável troca de tiros, tal dupla transformou em reféns, por seis dias, quatro pessoas que ali se encontravam.

Ao contrário do que se poderia imaginar, quando os policiais iniciaram suas estratégias visando à libertação dos reféns, esses recusaram ajuda, usaram seus próprios corpos como escudos para proteger os criminosos e, ainda, responsabilizaram tais profissionais pelo ocorrido. Um deles foi ainda mais longe: após sua libertação, criou um fundo para os raptores, com o intuito de ajudá-los nas despesas judiciais que estes teriam, em consequência de seus atos.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Atlântida



A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. 

A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por pelos sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Fogo Grego


O fogo grego, também conhecido como fogo à prova d’água, era uma mistura viscosa inflamável, que flutuava e queimava até mesmo em contato com água, sendo muito difícil de apagar.

O fogo grego contradiz um pensamento comum, de que a água é capaz de acabar com o fogo. Na verdade, para existir fogo são necessários três fatores: combustível, oxigênio, e alta temperatura. O que a água faz, na verdade, é abaixar a temperatura do fogo, que por consequência apaga. No entanto, não era o que acontecia com o fogo grego. A mistura, que ainda hoje é um mistério, tinha a capacidade de manter a alta temperatura mesmo em contato com a água.

domingo, 16 de abril de 2017

A Verdadeira História da Páscoa




Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.

A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.

A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a morte e ressurreição de Jesus (que supostamente aconteceu na Pessach) e de que a Páscoa Judaica é considerada prefiguração, pois em ambos os casos se celebra uma “libertação do povo de Deus”, a sua passagem da escravidão (do Egito/do pecado) para a liberdade.

A Ilha De Páscoa e suas Misteriosas Estátuas Gigantes



A Ilha de Páscoa, também conhecida como Rapa Nui, Ilha dos Gigantes de Pedra é uma das ilhas mais isoladas do mundo. Com 116 km², situa-se a 3700 km a oeste da costa da América do Sul e quase 2000 km a sudeste de Pitcain, a ilha habitada mais próxima. Tem uma População de cerca de 3.000 habitantes. Os idiomas falados na ilha são o espanhol e o rapanui.

Este nome Rapa Nui foi dado pelos nativos da ilha, mas hoje em dia é mais conhecida como ilha de páscoa. O explorador holandês Jakob Roggeveen chegou em 1722, no domingo da Páscoa, daí o nome da ilha. 

Em 1956, uma outra expedição, comandada pelo norueguês Thor Heyerdahl, descobriu milhares de ferramentas usadas na execução das estátuas. Mas as dúvidas sobre sua autoria permaneciam. Antes de Roggeveen, a história da ilha afunda no mar das lendas. Mas sabe-se que, desde pelo menos o século 5º, Rapa Nui foi povoada por migrações sucessivas da Polinésia, da Melanésia e da Austrália.

A Ilha de Páscoa também é importante pelas descobertas arqueológicas feitas ali: é a ilha do Pacífico mais rica em megálitos, além da única fonte que prova a existência de um sistema de escrita genuíno e antiquíssimo na Polinésia. 

Sua paisagem de origem vulcânica, é um verdadeiro museu ao ar livre com os seus moais, gigantescas estatuas de pedra, algumas com mais de 10 metros de altura, o qual se destacam ao céu azul de Rapa Nui.

7 animais incríveis já extintos


Uma lista imperdível de animais que, infelizmente, você nunca terá a oportunidade de ver.

O Sarcófago de Hagia Triada




O Sarcófago de Hagia Triada (ou Agia Triada) é um sarcófago minoico descoberto em 1903 no sítio arqueológico de Hagia Triada, em Creta. Datado do século XIV a.C., período da presença micênica em Creta, foi descoberto em uma câmara mortuária, ou melhor, em um pequeno prédio que serviu como um túmulo. Materiais exclusivos, iconografia, elementos narrativos, técnicas e estilo utilizado presentes no sarcófago de Hagia Triada fornecem evidências valiosas sobre as cerimônias religiosas e ritos minoicos. Considerado um dos melhores exemplos da arte egeia, é conservado no Museu Arqueológico de Heraclião.

sexta-feira, 17 de março de 2017

As Mortes Mais Bizarras da História




Confira essa lista com as 42 mortes mais bizarras da história. Depois deixe um comentário dizendo qual foi a sua "morte favorita".